Especialistas debatem preferência por PPPs no saneamento em detrimento de concessões plenas
São Paulo/SP
Limitação tarifária e necessidade de investimento explicam o modelo adotado.
A preferência por PPPs em relação às concessões plenas no setor de saneamento em 2026 reflete uma equação fiscal, tarifária e institucional concreta, segundo Diego Fernandes, sócio do Roenick Fernandes Advogados. Em municípios com baixa cobertura de esgoto, há limitação real de capacidade de pagamento da população e, ao mesmo tempo, necessidade enorme de investimento para atingir as metas do marco regulatório, o que torna a contraprestação pública essencial para viabilidade dos projetos.