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Construtora de ex-prefeito de Jupi integra consórcio que vai administrar PPP de locação social no Centro do Recife

13/07/2026 Diario de Pernambuco 14 visualizações
Conteúdo baseado em matéria publicada por Diario de Pernambuco
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A matéria informa que a CPM Construtora, de um ex-prefeito de Jupi, integra o Consórcio Habitação Social Recife (com a Sanco) vencedor do leilão da PPP 'Morar no Centro'. O contrato patrocinado terá 25 anos e prevê 1.128 unidades, com 56% destinadas à locação social.
Matéria do Diário de Pernambuco publicada em 28/05/2026 informa que a CPM Construtora, empresa sediada em Jupi e ligada a um ex-prefeito do município, integra o Consórcio Habitação Social Recife — formado também pela Sanco Construtora — que venceu o leilão da PPP denominada "Morar no Centro", realizado em 26/05/2026 na B3. Segundo o texto, a parceria público-privada terá prazo de 25 anos e ficará responsável pela gestão de seis prédios distribuídos pelos bairros Santo Antônio, São José, Boa Vista e Cabanga, com previsão de entrega de 1.128 unidades habitacionais, das quais 56% serão destinadas à locação social por meio de retrofit e construção de novos empreendimentos. A reportagem cita o diretor regional do consórcio, Humberto Melo, informando que a Sanco convidou a CPM para integrar a proposta e que o grupo já contratou equipe jurídica, de arquitetura, modelagem econômica e estruturalistas para estudar o projeto. Após a homologação do resultado e a assinatura do contrato, o consórcio deve iniciar a elaboração de projetos executivos, análise de solo e obtenção das licenças necessárias junto à prefeitura, Corpo de Bombeiros e outros órgãos para obter alvará de construção. O texto informa ainda que o modelo prevê gestão condominial e acompanhamento social das famílias beneficiadas, com previsão de que cerca de 70% da receita da PPP venha do poder público. A matéria registra declaração da Sanco sobre sua experiência na área (cita 30 mil unidades entregues) e destaca que o projeto é a primeira iniciativa de locação social do país realizada via parceria com a iniciativa privada, incluindo regras de elegibilidade de renda (referida como até R$ 4.942, equivalente a 3,5 salários mínimos na base de 2024).
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