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Nova concessão do transporte metropolitano altera linhas e inclui Pinhais em lote do edital

14/08/2026 CBN Curitiba 21 visualizações
Conteúdo baseado em matéria publicada por CBN Curitiba
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O sistema de transporte coletivo metropolitano de Curitiba passará por nova licitação de concessão, com leilão marcado para 26/08/2026 na B3. O edital prevê redução, exclusão e criação de linhas, e inclui Pinhais no lote 3; contratos terão validade de 20 anos e um ano de transição.
Publicado em 15/07/2026 pela CBN Curitiba, o texto informa que, após 30 anos, o transporte coletivo metropolitano de Curitiba será submetido a um novo processo licitatório de concessão, com leilão agendado para 26 de agosto de 2026 na Bolsa de Valores B3, em São Paulo. O edital, publicado no início do mês, prevê alterações nas operações, incluindo redução e exclusão de itinerários e criação de novas linhas. Entre as mudanças apontadas no artigo estão reduções nos chamados "ligeirinhos" Pinhais/Campo Comprido e Colombo/CIC, que terão operação reduzida da Região Metropolitana até a Praça Tiradentes. O município de Pinhais também aparece na lista de linhas que deixarão de existir (por exemplo, Pinhais/Bairro Alto) e na relação de linhas previstas a serem criadas (por exemplo, Pinhais/Tiradentes). A Agência de Assuntos Metropolitanos do Paraná (Amep) justificou as reduções como decisões técnicas, a partir de estudo da Fundação de Estudos e Pesquisas Socioeconômicos que avaliou possíveis superdimensionamentos e sobreposições entre linhas. O edital foi organizado em quatro lotes; o lote 3 inclui Tijucas do Sul, Piraquara, Pinhais e São José dos Pinhais. Os contratos previstos têm validade de 20 anos e haverá um período de transição de um ano após a assinatura. O texto também registra que, para cada lote, os contratos apresentam valores variando de R$ 2 a R$ 3 bilhões, e que a concorrência selecionará as propostas que oferecerem a menor tarifa de remuneração técnica a ser paga pelo poder concedente. O diretor-presidente da Amep, Gilson Santos, é citado destacando a importância do serviço e afirmando que realizar o leilão na Bolsa deve aumentar a transparência e atrair mais interessados. A matéria foi assinada por Johan Gaissler.
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