Salvador pode ganhar novo centro logístico de R$ 161 milhões; prefeitura abre consulta pública
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Correio 24 Horas
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A Prefeitura de Salvador abriu, em 16/06/2026, consulta pública para projeto de concessão (PPP) do Centro Logístico Municipal (CLM), com previsão de investimentos de aproximadamente R$ 161,6 milhões e prazo de concessão de 30 anos. Os documentos foram publicados no Diário Oficial do Município em 17/06/2026 e a consulta ficará aberta até 20/07/2026.
A Prefeitura de Salvador anunciou a abertura de consulta pública para receber contribuições ao projeto de concessão, na modalidade de Parceria Público-Privada (PPP), destinado à implantação, gestão, operação e manutenção do Centro Logístico do Município (CLM). O aviso de abertura foi publicado no Diário Oficial do Município em 17 de junho de 2026, segundo reportagem do Correio 24 Horas.
O projeto prevê investimentos totais de cerca de R$ 161,6 milhões e uma concessão com prazo de 30 anos, estruturada como concessão administrativa, em que o parceiro privado será responsável tanto pela implantação quanto pela operação do centro. A prefeitura justificou a opção pela PPP destacando que a modalidade visa atrair investimentos privados para viabilizar grandes projetos e melhorar a eficiência na gestão logística dos suprimentos municipais.
A consulta pública foi aberta em 16 de junho e os interessados poderão acessar os documentos referentes ao projeto no site de compras da prefeitura; as contribuições e sugestões devem ser enviadas por formulário eletrônico até 20 de julho de 2026. Atualmente o Centro Logístico Municipal opera em imóvel alugado na BR-324; a proposta do novo CLM prevê estrutura própria, layout otimizado e recursos para ampliar a capacidade logística e o controle de estoques, inclusive com ações de micrologística e integração de sistemas de registro de estoques.
Entre os objetivos mencionados pela administração municipal estão maior controle sobre espaços e estoques, otimização do fluxo de materiais e suporte a demandas sazonais. A proposta também cita avanços em sustentabilidade, continuidade dos serviços e a implantação de ferramentas digitais, como um aplicativo para consulta de disponibilidade de medicamentos nas unidades de saúde. A Prefeitura argumenta ainda que a PPP deve reduzir custos por meio de fontes alternativas de investimento, gerar empregos e aumentar fiscalização e transparência na gestão do CLM.
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