Mato Grosso do Sul

Comissão marca audiência sobre possível intervenção no contrato de concessão do transporte coletivo de Campo Grande

13/07/2026 Campo Grande News 14 visualizações
Conteúdo baseado em matéria publicada por Campo Grande News
Acessar
Comissão especial criada pela prefeitura para apurar irregularidades no contrato de concessão do Consórcio Guaicurus marcou audiência pública para 2 de junho de 2026, quando apresentará dados técnicos e abrirá consulta pública para manifestações. O procedimento avalia descumprimentos do contrato de 2012 e foi instaurado por decreto municipal após determinação judicial.
Notícia do site Campo Grande News, publicada em 28/05/2026. A Prefeitura de Campo Grande criou, por meio do Decreto Municipal n.º 16.567 (6 de março de 2026), uma comissão especial presidida pela procuradora-geral do município, Cecília Saad Cruz Rizkallah, para instruir um procedimento administrativo prévio que poderá culminar em intervenção no Consórcio Guaicurus — responsável pela concessão do serviço de transporte coletivo urbano firmado em 2012. A comissão recebeu prazo inicial de 60 dias para diligências, oitivas e elaboração de relatório conclusivo. Como parte da Etapa 6 do procedimento, foi marcada audiência pública para 2 de junho de 2026, às 15h, no Teatro José Octávio Guizzo. Nessa audiência a equipe apresentaria os elementos técnicos reunidos até então, registraria eventuais manifestações da concessionária e colheria contribuições da sociedade. Também foi aberta consulta pública para receber manifestações escritas de cidadãos, entidades e órgãos interessados, com envio indicado para o e‑mail procurador@pgm.campogrande.ms.gov.br ou de forma presencial na Procuradoria‑Geral do Município. O procedimento administrativo tem por objetivo verificar supostos descumprimentos contratuais e avaliar a qualidade do serviço prestado à população. A matéria lembra que a audiência ocorre cerca de oito meses após a divulgação do relatório final da CPI do Transporte Coletivo da Câmara Municipal (documento apresentado em 12/09/2025), que apontou problemas na concessão, como supostos descumprimentos contratuais, sucateamento da frota, falhas de manutenção, superlotação, questões de acessibilidade e omissões na fiscalização por órgãos municipais, além de recomendar, entre outras medidas, a intervenção no consórcio.
Leia a matéria original www.campograndenews.com.br
Ver matéria completa