Flávia destaca que Pacto ataca apenas crise da água de imediato e que novo plano redesenhará o saneamento de VG até 2040
A prefeita Flávia Moretti afirmou que Várzea Grande atua em duas frentes contra a crise hídrica: uma operação emergencial e a atualização do Plano Municipal de Saneamento Básico, que deverá nortear o futuro modelo de gestão do setor. Ela não descartou modalidades como leilão, concessão privada, privatização ou PPP, e admitiu que o prazo nacional de 2033 pode ser ampliado para 2040 conforme o modelo adotado.
Notícia publicada em 14 de agosto de 2026 relata declarações da prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti, sobre as medidas adotadas para enfrentar a histórica crise no abastecimento de água e sobre a atualização do Plano Municipal de Saneamento Básico. Segundo a matéria, a prefeitura trabalha em duas frentes: (1) uma operação emergencial destinada a reduzir no curto prazo os impactos para a população; e (2) a revisão e atualização do plano municipal, que servirá como instrumento de planejamento e de orientação para decisões estruturais futuras no setor de saneamento. A prefeita afirmou que a definição do modelo de gestão ainda dependerá do resultado dos estudos e do plano atualizado, e não fechou a porta a nenhuma alternativa: mencionou possibilidades como leilão por outorga, concessão à iniciativa privada, privatização ou a celebração de uma parceria público-privada (PPP). A reportagem também destaca que, diante do cenário atual e das condicionantes técnicas, a prefeitura avalia que o prazo nacional previsto pelo Marco Legal do Saneamento (2033) pode precisar ser ampliado até 2040, dependendo do modelo contratual e das intervenções necessárias. A matéria apresenta a atualização do Plano Municipal de Saneamento Básico como peça central para viabilizar qualquer mudança no regime de prestação dos serviços, enfatizando que o plano deverá guiar o desenho institucional, regulatório e financeiro das alternativas estudadas.
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