Com Belo Horizonte, projetos do Estudo de Mobilidade Urbana do BNDES começam a sair do papel
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Rede Macuco
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O BNDES e a Prefeitura de Belo Horizonte firmaram contrato em maio de 2026 para estruturação das redes de transporte público da capital, com possibilidade de concessão comum ou PPP para os serviços de ônibus municipal. O projeto inclui análise de viabilidade e desenvolvimento de novos eixos de BRT, representando o primeiro projeto contratado pelo BNDES após divulgação do Estudo Nacional de Mobilidade Urbana.
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Município de Belo Horizonte (MG) assinaram contrato em maio de 2026 para a estruturação das redes de transporte público da capital mineira. A iniciativa poderá ocorrer por meio de concessão comum ou parceria público-privada (PPP) e inclui recomendações para a governança do sistema de transporte coletivo da Região Metropolitana de Belo Horizonte. Este é o primeiro projeto contratado pelo BNDES após a divulgação dos primeiros resultados do Estudo Nacional de Mobilidade Urbana (EMNU), que identificou a necessidade de até R$ 433,8 bilhões em investimentos em 21 regiões metropolitanas brasileiras, incluindo R$ 35,6 bilhões para a Grande BH. O projeto prevê a concessão dos serviços de transporte público coletivo por ônibus municipal, incluindo terminais, e contempla a análise de viabilidade e desenvolvimento de projeto de ampliação, implantação e operação de novos eixos de BRT. Os eixos priorizados são: implantação do corredor BRT Amazonas, implantação do BRT Anel Rodoviário e implantação do BRS Pedro II. Os projetos selecionados possuem impacto estimado de aproximadamente R$ 2 bilhões em investimentos e 31 km de corredores de BRT. O prefeito de Belo Horizonte lembrou que em 2028 termina o atual contrato de ônibus e anunciou que o Banco também vai financiar renovação da frota da capital mineira.
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