Estudo de R$ 2 milhões avalia nova estação de esgoto em Uberlândia; entenda
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Paranaíba Mais
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O Departamento Municipal de Água e Esgoto (DMAE) de Uberlândia contratou a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) por R$ 2 milhões para avaliar a necessidade de uma nova Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) e a viabilidade de uma eventual Parceria Público-Privada (PPP). A contratação, autorizada por Dispensa Eletrônica, prevê diagnósticos técnicos, modelagem econômico-financeira e estudos jurídicos e regulatórios, sem autorizar obras ou a implantação imediata da PPP.
Fonte: Paranaíba Mais (reportagem de Matheus Borsato, publicada em 29/07/2026). Segundo a matéria, o DMAE de Uberlândia contratou a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) por R$ 2.000.000,00 para elaborar estudos sobre o sistema de esgotamento sanitário do município. O escopo contratado inclui diagnóstico técnico da infraestrutura existente, avaliação da necessidade de construção de uma nova Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) e a análise da viabilidade de adoção de uma Parceria Público-Privada (PPP) como alternativa para ampliação ou modernização do serviço.
O trabalho da Fipe abrangerá estudos técnico-operacionais e a modelagem econômico-financeira do sistema, estimando investimentos necessários, custos operacionais e alternativas de financiamento. Na dimensão jurídica e regulatória, a consultoria deverá desenvolver análises e modelagens que possam subsidiar uma eventual estruturação da parceria, caso os resultados indiquem essa opção como viável. A contratação também prevê que a Fipe possa prestar apoio técnico em etapas posteriores, como consultas públicas, interlocução com órgãos de controle e atividades relacionadas à possível estruturação do projeto.
A publicação lembra que a autorização da contratação se deu por meio da Dispensa Eletrônica nº 129/2026, registrada no Diário Oficial do Município, e que essa contratação não representa aprovação automática da construção de uma nova ETE nem da implantação de uma PPP. Trata-se, conforme a matéria, apenas da realização de estudos para verificar a viabilidade técnica, jurídica e econômico-financeira. Caso o município decida prosseguir com o projeto no futuro, serão necessárias etapas adicionais como consultas públicas e análises por órgãos de controle, além de novos procedimentos administrativos.
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