Santa Catarina

Fora de futura concessão, ferrovia histórica de SC tem pedido de retomada dos trens

17/08/2026 ABIFER (com dados da NSC Total) 10 visualizações
Conteúdo baseado em matéria publicada por ABIFER (com dados da NSC Total)
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A ANTT recebeu pedido do Consórcio de Desenvolvimento Econômico do Planalto Norte (Codeplan) para reativar a ferrovia entre Mafra e Caçador. A solicitação, com base no Marco Legal das Ferrovias, prevê retomada por autorização e exploração por meio de parceria público-privada (PPP), incluindo o ramal Mafra–Lages, que integraria o Corredor Mercosul.
Fonte: ABIFER (com dados da NSC Total). Em reportagem publicada em 20 de julho de 2026, a Associação Brasileira da Indústria Ferroviária (ABIFER) informa que a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) recebeu solicitação para reativação da ferrovia entre Mafra e Caçador, trecho de 368 km que faz parte da linha entre Mafra e Marcelino Ramos (RS) e que está sem operação regular desde os anos 1990. A petição foi apresentada pelo Consórcio de Desenvolvimento Econômico do Planalto Norte (Codeplan). A demanda do Codeplan fundamenta‑se no Marco Legal das Ferrovias e propõe a retomada por meio de autorização, a ser explorada mediante parceria público‑privada (PPP). No modelo pretendido, a outorga seria solicitada pelo governo do Estado de Santa Catarina, com posterior estruturação da PPP. O pedido foi apresentado recentemente e encontra‑se em análise na ANTT. O documento sugere a aplicação do conceito de “ferrovia enxuta”, mantendo o traçado atual sem variantes que elevem custos, e prevê investimentos calibrados, como a implantação de um terminal de cargas (porto seco). Também está prevista a elaboração de estudo de viabilidade técnica, econômica e ambiental (EVTEA) para avaliar custos, prazos, modalidade de trens, estimativa de cargas e demais aspectos. A reportagem ressalta que, embora parte da malha não faça parte dos lotes da concessão da Malha Sul prevista para leilão em 2027, o ramal entre Mafra e Lages (293 km) — embora fora de operação — foi mencionado como integrado ao Corredor Mercosul. Ademais, o texto aponta que antigas estações ao longo do trecho poderiam ser aproveitadas em roteiros turísticos ferroviários.
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