Amazonas

PPP da BR-319 prevê R$ 9,7 bi em investimentos ao longo de 20 anos

10/07/2026 Agência iNFRA 8 visualizações
Conteúdo baseado em matéria publicada por Agência iNFRA
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Notícia sobre a modelagem de uma PPP administrativa para a BR-319 que prevê R$ 9,7 bilhões em investimentos ao longo de 20 anos, com R$ 6,7 bi destinados à operação e manutenção da rodovia que liga Porto Velho (RO) a Manaus (AM) e R$ 2,9 bi para governança ambiental e territorial. O texto traz cronograma preliminar (EVTEA até outubro/2026; edital previsto para maio/2027), atributos do modelo (sem pedágio; regulação pela ANTT) e medidas socioambientais previstas.
Matéria da Agência iNFRA (17/06/2026) sobre a proposta de PPP administrativa para a BR-319 descreve a modelagem apresentada pelo governo federal. Segundo a reportagem, o projeto totaliza R$ 9,7 bilhões ao longo de 20 anos, dos quais cerca de R$ 6,7 bilhões corresponderiam à operação e manutenção da rodovia que liga Porto Velho (RO) a Manaus (AM), e R$ 2,9 bilhões seriam destinados à governança ambiental e territorial. Os números são preliminares e podem ser revistos após a elaboração do EVTEA (Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental), previsto para ser concluído até o final de outubro de 2026. No cronograma divulgado, a publicação do edital está prevista para maio de 2027, e para 2026 o governo planeja concluir a audiência pública no final de novembro. A proposta traz um caráter inédito para contratações federais, integrando um componente contínuo de governança ambiental e territorial — com monitoramento, coordenação institucional e ações de prevenção ao longo do horizonte contratual — ao lado das obrigações de operação e manutenção. A modelagem prevê que o futuro operador receba a rodovia já reconstruída pelo DNIT e passe a ser responsável pela segurança operacional, conservação e conformidade ambiental da via. Não está prevista a cobrança de pedágio; a manutenção do projeto dependeria de contraprestações ou aportes do governo, com possibilidade de receitas acessórias como créditos de carbono, ainda em estudo. A regulação prevista para a PPP seria feita pela ANTT. Entre as medidas de monitoramento ambiental e de operação contratual mencionadas estão plataforma de visualização integrada de sistemas de monitoramento, torres e sensores, estações meteorológicas, gestão de alertas, bases multiagências e portais de fiscalização integrada. A matéria também registra que a modelagem foi construída com participação do Ministério dos Transportes, da Casa Civil e do Ministério do Meio Ambiente, visando conciliar logística e preservação ambiental em um projeto sensível para a Amazônia. A primeira fase de restauração da rodovia já estava em andamento, e a PPP aparece como etapa de longo prazo para a manutenção da via restaurada.
Leia a matéria original agenciainfra.com
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