Dmae contrata estudo para ampliar operação e vida útil do aterro sanitário
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Portal da Prefeitura de Uberlândia
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O Departamento Municipal de Água e Esgoto (Dmae) publicou em 21/08/2026 a homologação para contratação de consultoria técnica independente que fará estudo sobre o futuro do aterro sanitário de Uberlândia. O trabalho avaliará alternativas técnicas, ambientais, jurídicas e econômico‑financeiras para a continuidade ou reestruturação da concessão cujo contrato de cessão vence em 2028.
Publicada no portal da Prefeitura de Uberlândia em 21 de agosto de 2026, a notícia informa que o Dmae homologou e autorizou a contratação de empresa de consultoria especializada para avaliar alternativas de modernização da gestão dos resíduos sólidos no aterro sanitário do município. O texto destaca que o contrato de cessão em vigor foi firmado em 2008 e vence em 2028, por isso a autarquia antecipou a análise sobre a continuidade da concessão. A consultoria deverá avaliar aspectos técnicos, ambientais, jurídicos, regulatórios e econômico‑financeiros da proposta de continuidade, fornecendo subsídios para decisão administrativa.
Entre os pontos que serão analisados estão: uso integrado da área atualmente em operação e da área do antigo aterro para ampliar a vida útil; projeção de vida útil; investimentos necessários; riscos operacionais e ambientais; custos de implantação; e condições de encerramento e pós‑encerramento. O estudo também examinará possibilidades de modernização da concessão, como aprimoramento da captação e tratamento do biogás, geração de créditos de carbono, aproveitamento energético e produção de biometano, além de medidas de coleta seletiva, compostagem e redução dos envios a aterro, em consonância com a Política Municipal de Economia Circular e Resíduos Sólidos e o Programa Recicla Udi.
O diretor de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Dmae, Arthur Rosa, é citado explicando que a intenção é planejar com antecedência uma decisão que terá impactos nas próximas décadas. O estudo poderá indicar aperfeiçoamentos contratuais e apresentar riscos e recomendações para eventual prorrogação da concessão; a decisão final será tomada pela Administração Pública com base nas conclusões técnicas, jurídicas e econômico‑financeiras apresentadas pela consultoria.
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